Em reunião com o presidente indicado para o BRB, Edmilson Gama da Silva, nesta quarta-feira (22), o Sindicato apresentou uma série de pontos que espera serem discutidos tão logo ele assuma a presidência do banco: futuro do BRB, reformulação do Plano de Cargos e Salários (PCS), equilíbrio do BRB Saúde, alteração estatutária da Regius (fundo de pensão) que permita paridade na diretoria e ainda valorização do quadro de funcionários.
Após a apresentação da pauta, Edmilson afirmou categoricamente que sua função primordial, segundo determinação do governador eleito Agnelo Queiroz, é fortalecer o BRB. “Vim com a missão de fortalecer o banco”, disse.
O futuro presidente do BRB afirmou ainda que, tão logo seja confirmado no cargo – após aprovação pela Câmara Legislativa do DF e Banco Central –, procurará imediatamente trabalhar no sentido de resgatar a auto-estima dos funcionários tão abalada após sucessivos anos de gestão problemática no banco.
Edmilson completou dizendo que “a área de informática deve ter prioridade zero, em função dos problemas que tanto dificultam a vida dos bancários do BRB diariamente, ocasionados por deficiências no setor, como a excessiva terceirização, acumulada por anos, entre outras, o que implica também em uma dificuldade de conquista de novos clientes”.
Em relação aos outros assuntos enumerados pelo Sindicato, o presidente indicado afirmou que está aberto ao diálogo. Observou ainda que o encontro, certamente, será o primeiro de uma série, visando estreitar o relacionamento com os funcionários por meio do Sindicato, respeitando o papel de cada um. Afirmou também que reivindicações sobre governança, tais como gestão da Regius, do BRB Saúde e de transparência em todo o grupo BRB são procedentes, e que o banco caminhará neste sentido, em consonância com o que o governador pensa, uma vez que está criando a Secretaria de Transparência para todo o GDF.
Na avaliação do Sindicato, o encontro, que foi buscado com o intuito de estabelecer um diálogo, foi bastante positivo. “Esperamos uma relação amigável e produtiva, que convirja para o crescimento do banco e de seus funcionários”, reitera Antonio Eustáquio, diretor do Sindicato e funcionário do BRB.
“O futuro presidente se mostrou aberto à construção conjunta de um ambiente saudável que permita que o corpo de funcionários possa dar o máximo de si, visando o desenvolvimento do banco, o que, consequentemente, implica também em desenvolvimento de pessoal”, afirma André Nepomuceno, secretário-geral do Sindicato e também funcionário do BRB.
Da Redação
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