O Sindicato está pedindo aos bancos que tomem providências para evitar a disseminação do vírus da gripe Influenza A e aguarda medidas de higiene que possam ajudar na prevenção à chamada gripe suína.
Por instrução do Ministério da Saúde, os cidadãos devem evitar longa permanência em locais fechados e com grande concentração de pessoas, como as instituições bancárias. Estas são locais com grande circulação de pessoas, inclusive estrangeiros e brasileiros vindos do exterior. Além do contato constante com dinheiro e papeis que circulam entre muitas pessoas.
Por estas razões, é essencial que as instituições apresentem um programa de esclarecimento e incentivo a medidas simples de higiene, como lavar as mãos frequentemente com água e sabão, evitar tocar os olhos, boca e nariz após contato com superfícies, não compartilhar objetos de uso pessoal e cobrir a boca e o nariz com lenço descartável ao tossir ou espirrar.
O grupo de risco da Influenza A é composto por idosos, crianças menores de dois anos, gestantes, pessoas com diabetes, doença cardíaca, pulmonar ou renal crônica, deficiência imunológica (como pacientes com câncer, em tratamento para AIDS), pessoas com obesidade mórbida e também com doenças provocadas por alterações da hemoglobina, como anemia falciforme.
Vale ressaltar que a Influenza A é altamente perigosa apenas para as pessoas de saúde fraca ou debilitada, identificadas no grupo de risco. Segundo dados do Ministério da Saúde, a Influenza A, assim como a gripe comum, apresenta para a maioria dos casos quadro clínico leve. A taxa de mortalidade é baixa, em média, de 0,5%.
Seguindo a Influenza A
O primeiro alerta sobre o surgimento da doença, dado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), ocorreu em 24 de abril deste ano. Até o dia 15 de julho o Brasil só tinha registrado casos de pessoas que tinham contraído a doença no exterior ou pelo contato com pessoas vindas de outros países.
O primeiro caso sem este vínculo apareceu no dia 16 de julho. Entre os bancários, o primeiro caso foi verificado no Rio de Janeiro, no edifício da CEF na Avenida Almirante Barroso, onde também há outros dois funcionários sob a suspeita da doença, incluindo uma mulher grávida.
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