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20 de Janeiro de 2026 às 18:23

Sindicato formaliza pedido de informações à ministra Esther Dweck

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O Sindicato dos Bancários de Brasília encaminhou no último dia 6 de janeiro documento à ministra Esther Dweck, chefe do Ministério de Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, solicitando informações sobre a política e práticas de Gestão de Pessoas em implantação pela atual direção do Banco do Brasil. O documento, assinado pelo presidente Eduardo Araújo, destaca o papel histórico do sindicato na defesa do Banco do Brasil, diante da importância como “instituição pública fundamental para o fomento do desenvolvimento econômico e social do país” e dos interesses da categoria bancária.

O documento detalha uma série de ações em curso, praticadas pela direção do Banco do Brasil, que desrespeitam os termos previstos na Resolução nº 52, de 17 de abril de 2024, aprovada pela Comissão Interministerial de Governança Corporativa e de Administração de Participações Societárias da União (CGPAR).

A Resolução CGPAR 52/2024 estabelece as “diretrizes e parâmetros para as empresas estatais federais quanto à política de gestão de pessoas e à celebração de acordos coletivos de trabalho”. Destaca que a resolução “determina que a política de gestão de pessoas e os acordos coletivos de trabalho celebrados pelas empresas estatais federais devem também se orientar pelas premissas de valorização da força de trabalho; alinhamento à consecução de objetivos de políticas públicas e preservação do interesse público; e defesa dos interesses da União”.

O documento mostra que as iniciativas da direção do Banco do Brasil, nos últimos meses, no que denominaram Movimento de Aceleração Digital (MAD) e dos Movimentos Estruturantes, tem tentado realizar uma reclassificação “artificial dos cargos de Assessor de Unidades Estratégicas – UE e UE TI – bem como das modalidades Assessor I, II e III, mediante a ampliação de suas jornadas de trabalho de seis para oito horas diárias, sem que houvesse qualquer modificação real de atribuições, ampliação de responsabilidades, poder de mando, gestão de pessoas ou exercício de funções que caracterizassem fidúcia especial”.

O documento destaca o entendimento de que a “implantação dessa Política de Gestão de Pessoas pela Administração do Banco do Brasil é um flagrante desrespeito às diretrizes e aos termos da citada Resolução CGPAR 52/2024, e, deverá acarretar prejuízos financeiros e de imagem para o Banco do Brasil e para o acionista União”.

O documento encaminhado é a continuidade das mobilizações que a entidade sindical da categoria realizou ao longo de meses nas agências do BB, mostrando aos bancários e bancárias a histórica luta pela jornada diária de seis horas, assim como o papel do sindicato na defesa do papel do Banco do Brasil para o desenvolvimento nacional.

Para ler o documento na íntegra acesse o link.

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