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29 de Maio de 2007 às 08:08

Paulo Betti discute cinema no Teatro dos Bancários dia 6 de junho. Entrada gratuita

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O ator e diretor Paulo Betti participará da próxima edição do Brasília Debate, que será realizado no próximo dia 6 de junho (quarta-feira), a partir das 19h30, e que terá como tema Cinema e Identidade Nacional.

Também participará do debate o produtor cinematográfico Marcio Curi, de Brasília, ex-presidente da Associação Brasileira de Documentaristas-Seção DF.

 

 

 

 

O ator e diretor Paulo Betti participará da próxima edição do Brasília Debate, que será realizado no próximo dia 6 de junho (quarta-feira), a partir das 19h30, e que terá como tema Cinema e Identidade Nacional.

Também participará do debate Alfredo Manevy, secretário de Políticas Culturais do Ministério da Cultura, e Marcio Curi, produtor cinematográfico brasiliense e ex-presidente da Associação Brasileira de Documentaristas-Seção DF.

Paulo Betti é um dos mais profícuos e importantes atores do cinema nacional, do teatro e da televisão. Atuou em 36 telenovelas e minisséries, sobretudo na Globo, onde faz atualmente Paraíso Tropical e recentemente participou de Amazônia, de Galvez a Chico Mendes.

No cinema, participou como ator de 18 longa-metragens e 4 curtas. E acaba de estrear como diretor, com o filme Cafundó, lançado no dia 23 de maio na Academia de Tênis, que também está sendo exibido no Cine Brasília. Entre outros filmes, ele atuou em Lamarca, Zuzu Angel, Tapete Vermelho, Guerra de Canudos, Oriundi, Doida Demais e Ed Mort.

Paulista, Manevy é formado em cinema e vídeo e doutor em audiovisual pela Universidade de São Paulo (USP). Como crítico de cinema, colaborou para diversos periódicos como a revista Carta Capital e o jornal Folha de S. Paulo. Fundou com um grupo de amigos a Revista Sinopse - USP, especializada em cinema e políticas públicas. Montou, roteirizou e participou de diversos documentários, curtas-metragens e obras audiovisuais.

 

 

O produtor e roteirista Marcio Curi, que trabalha com cinema desde 1967, participou de doze longas-metragens, mais de trinta curtas, e ainda dezenas de vídeos institucionais. Estreou como produtor no longa-metragem Louco por cinema (1995), de André Luiz de Oliveira, premiado em Brasília. É também o produtor de As vidas de Maria (2001), de Renato Barbieri, Araguaya - Conspiração do silêncio (2004), de Ronaldo Duque, e de Filhas do vento (2004), de Joel Zito Araújo, vencedor de oito prêmio no

Festival de Gramado, entre eles direção, ator (Milton Gonçalves) e atriz (Léa Garcia e Ruth de Souza). Foi três vezes presidente da Associação Brasileira de Documentaristas-Seção DF.
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