Histórico das ações do Sindicato - concurso de 2006Sindicato reforça convocação para reunião sobre concurso do BB O Sindicato dos Bancários de Brasília reforça a convocação da reunião que ocorrerá nesta terça-feira 18, em sua sede (EQS 314/315 – Bloco A), às 18h30, para tratar da prorrogação do concurso do Banco do Brasil, realizado em 2006, para Brasília.
A direção do Sindicato reafirma que a prorrogação do concurso de 2006 é imprescindível, devido à necessidade de aumentar a quantidade de funcionários nas dependências para prestar melhor atendimento ao público e aliviar a sobrecarga de trabalho sofrida pelos bancários da ativa.
Afirmamos também que a prorrogação deste concurso, como a realização de um novo, é viável em virtude da grande rotatividade de bancários ocorrida dentro do Banco do Brasil e a necessidade urgente de revisão das dotações das dependências.
"É de suma importância a presença de todos os aprovados na reunião e atividades que estão ocorrendo para fortalecer esta luta e alterar a decisão do Conselho Diretor do BB", afirma Rodrigo Britto, presidente do Sindicato.Aprovados no concurso do BB 2006 apóiam ações do SindicatoO Sindicato reuniu, na terça-feira 18, em sua sede, mais de 250 aprovados no concurso de 2006 do Banco do Brasil para tratar da prorrogação da seleção para Brasília. Foram discutidas estratégias e organização de campanha com a finalidade de reverter decisão do Conselho Diretor do BB, que disse que não vai renovar o prazo de validade dos concursos. Os concursados aprovaram, por unanimidade, as ações do Sindicato, que incluem a circulação de um abaixo-assinado nas dependências, a partir desta quarta-feira.
“A prorrogação deste concurso, como a realização de um novo, é viável em virtude da grande rotatividade de bancários ocorrida dentro do Banco do Brasil e a necessidade urgente de revisão das dotações das dependências”, destaca Eduardo Araújo, diretor do Sindicato e da Contraf/CUT.Presente na reunião, a deputada distrital Erika Kokay (PT) informou que a bancada do Partido dos Trabalhadores na Câmara Legislativa do DF enviou ofício ao presidente do BB, Francisco Lima Neto, solicitando a prorrogação do concurso (veja fac-símile abaixo). O senador Cristovam Buarque (PDT) também encaminhou ofício ao presidente do banco manifestando seu apoio aos aprovados no concurso.Erika Kokay também disse que a bancada do PT vai propor moção de apoio aos concursados e propor audiência pública na Câmara Legislativa com a participação de deputados, representantes do banco, do Sindicato e do Ministério Público do Trabalho (MPT) para debater o assunto.
Durante a reunião, o Sindicato se comprometeu a oferecer espaço físico para facilitar o trabalho dos integrantes da comissão dos aprovados no concurso. O secretário de Assuntos Parlamentares do Sindicato, José Pacheco Filho, também funcionário do BB, vai acompanhar o grupo nas reuniões.CadastroO Sindicato está organizando um cadastro com dados de todos os aprovados no concurso do BB de 2006. O objetivo é mantê-los informados e organizar reuniões, sempre que necessárias. A lista vai facilitar a comunicação do Sindicato com todos os aprovados. Para participar do cadastro, é preciso enviar e-mail para sindicato@bancariosdf.com.brEste endereço de e-mail está sendo protegido de spam, você precisa de Javascript habilitado para vê-lo (este endereço de e-mail está sendo protegido de spam, você precisa de Javascript habilitado para vê-lo) e informar nome completo, telefone, de preferência celular, e e-mail pessoal. A preferência pelo número celular se deve ao fato da agilidade no envio de mensagens de texto.
Bancários do BB cobram melhoriasCondições de trabalho
A proporção clientes x bancários aumentou em média nos últimos anos de 150 para 250 clientes por bancário. Com isto o número de vítimas de acidente de trabalho em nossa categoria tem tido grande aumento. Com a redução na dotação, ocorrida na reestruturação de 2007, o banco aumenta a possibilidade de mais funcionários ficarem incapacitados temporariamente ou de forma permanente para o trabalho, devido a problemas de LER/Dort ou depressão. É necessário que o BB reveja seu posicionamento sobre a extinção de 4.284 funções de caixa-executivo em seu corpo funcional e respeite a Norma Reguladora nº 17, que garante o intervalo de 10 minutos para cada 50 trabalhados. Realmente, a saúde dos trabalhadores não é preocupação da atual diretoria do BB. Redução das dotações
Um dos graves problemas que há atualmente no BB é a necessidade de mais funcionários. Em Brasília, existem centenas de vagas disponíveis para novos colegas na rede de agências. Também necessita uma revisão imediata na dotação das dependências. "É necessário uma revisão imediata das dotações das dependências. Devido à reestruturação ocorrida ano passado, as condições de trabalho pioraram de forma substancial, ficando abaixo até das condições oferecidas pela rede privada, sem falar nas confusões e agressões ocorridas nas agências, em virtude da péssima qualidade de atendimento disponível para os clientes, principalmente de baixa renda", lembra Rodrigo Britto, presidente do Sindicato. Prorrogação do concurso de 2006
O Sindicato reafirma que a prorrogação do concurso de 2006 é imprescindível, devido à necessidade de aumentar a quantidade de funcionários nas dependências para prestar melhor atendimento ao público e aliviar a sobrecarga de trabalho sofrida pelos bancários da ativa. Fim das terceirizações
O Sindicato sempre foi contra a terceirização dos serviços bancários como, por exemplo, o processamento dos envelopes do auto-atendimento e da área de tecnologia. As conseqüências mais graves da terceirização são a precarização das condições de trabalho e a redução de direitos e benefícios para os trabalhadores. Com o intuito de coibir a terceirização indiscriminada, a Contraf/CUT protocolou representação no Ministério Público do Trabalho (MPT) denunciando a prática em todos os bancos. Respeito à jornada
O respeito à jornada de seis horas é fundamental para a melhoria da qualidade de vida dos bancários e ajuda no combate a doenças como LER/Dort, depressão, e outras doenças mentais. São necessárias mais que 6 horas diárias para bater as metas e atender todas as demandas. A categoria já tem uma convenção coletiva que determina uma jornada de 30 horas semanais. Esta convenção exis-te há muito tempo e é decorrente das dificuldades enfrentadas na realização do trabalho bancário. Outro grave problema é a fraude no ponto eletrônico: Diversos colegas trabalham fora do ponto, muitas vezes na chave de outro funcionário com o objetivo de colocar o serviço em dia. Em virtude disso, acabam respondendo a inquéritos administrativos e sendo demitidos. Ou seja, não trabalhe fora do ponto. A responsabilidade de aumentar o número de funcionários para realizar as demandas é do banco. Inquéritos administrativos
Todo dia nas agências, diversos funcionários improvisam e descumprem normas do LIC em prol do melhor atendimento para os clientes e dos interesses do BB. Esses colegas realizam tais práticas devido a dotações insuficientes e falta de condições adequadas de trabalho. É comum ver a prática de fraude no ponto eletrônico, comparti-lhamento de senhas e desvio de função, entre ou-tras práticas ilícitas. O Sindicato alerta a todos os funcionários para cumprirem estritamente sua jornada e suas atribuições, pois é comum ver colegas dedicarem suas vidas a esta instituição financeira e serem demitidos ou penalizados por práticas que não caracterizam má-fé, mas sim, ao contrário, buscaram alternativas acreditando estar contribuindo para o sucesso do Banco do Brasil e sofrem sanções sem a menor piedade. Todo bancário que receber qualquer interpelação deve procurar o departamento jurídico do Sindicato e ter a presença de um diretor em seu atendimento. Não marque bobeira, é seu emprego que está em jogo. Lateralidade
A substituição deixou de existir formalmente no BB, ou seja, não existe mais salário de substituição. Agora, quando um funcionário substitui seu superior, não ganha a mais por exercer uma função que tem um salário maior que o seu. Se um gerente de agência, por exemplo, tira férias, fica doente ou mesmo se ausenta por um ou dois dias para fazer um curso, o funcionário que fica no seu lugar não ganha, pelos dias em que fez a substituição, o salário do superior. Isto é trabalhar de graça. E ainda constitui desvio de função, já que o substituto vai desempenhar tarefas que não são inerentes ao cargo que ele ocupa.
Bancários do BB fazem ato no SBSO Sindicato, com o apoio dos bancários, realizou manifestação nesta quarta-feira 19, no Setor Bancário Sul, para cobrar da direção do Banco do Brasil melhorias nas condições de trabalho e no atendimento aos clientes. O ato também contou com a presença de centenas de aprovados no concurso do BB.Na tentativa de sensibilizar o Conselho Diretor do banco, o Sindicato já está percorrendo todas as dependências do BB com o objetivo de buscar assinaturas para abaixo-assinado em favor da prorrogação do concurso, revisão das dotações, fim da terceirização e da lateralidade, e respeito à jornada de trabalho. Quem não for bancário também pode participar.
“A atividade de hoje é uma prévia do grande ato que vai ocorrer no próximo dia 16 de abril no Setor Bancário Sul. A revisão das dotações, a prorrogação do concurso de 2006 e a redução das tarifas e dos juros não são reivindicações apenas dos bancários, mas sim de toda a sociedade, que quer um banco mais comprometido com o desenvolvimento do país”, afirma Eduardo Araújo, diretor do Sindicato.Grande ato dia 16 de abril
Com grande ato no próximo dia 16 de abril (quarta-feira), no Setor Bancário Sul, o Sindicato vai lançar a campanha nacional Acorda BB. Em Brasília, os bancários reivindicam respeito à jornada, fim das terceirizações, prorrogação do concurso de 2006, revisão das dotações e fim da lateralidade. Ficou definido que toda quarta-feira será dia de protestos para os trabalhadores do BB.
Lançada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf/CUT) na semana passada, a campanha também tem o objetivo de garantir o pagamento das substituições de comissionados, mais contratações, mais vagas para caixas-executivos e o fim do assédio moral e das metas abusivas.
“Vamos intensificar as atividades durante o mês de abril para esquentar a campanha, porque agora é hora de darmos um fim às péssimas condições de trabalho e lutarmos por um Banco do Brasil com mais compromisso com a sociedade brasileira”, ressalta Rodrigo Britto, presidente do Sindicato e funcionário do BB.
O Sindicato espalhou 15 outdoors com o tema da campanha em pontos estratégicos de Brasília e das cidades-satélite. Também serão produzidos cartazes, adesivos e camisetas.
Consulta aos bancários
Nos próximos dias, o Sindicato vai aplicar pesquisa para os funcionários do BB. “A consulta aborda questões como substituições, horas-extras, assédio moral, saúde e condições de trabalho. O questionário foi elaborado a partir das denúncias dos próprios bancários e o modelo estará disponível no site do Sindicato para download”, afirma Eduardo Araújo, diretor do Sindicato.Sindicato faz manifestação durante comemoração pelos 200 anos do BB
A direção do Banco do Brasil realizou um grande evento, nesta quinta-feira 27, em frente ao Edifício Sede I para abrir oficialmente as comemorações pelos 200 anos da instituição financeira. Para contrapor com o tom festivo, a diretoria do Sindicato distribuiu exemplar do jornal Espelho DF, que enumerou os maiores problemas enfrentados pelos bancários do banco, e afixou faixas cobrando a contratação de mais funcionários e a valorização dos atuais.
Durante a manifestação, o Sindicato exigiu ainda o fim da terceirização e da lateralidade – quando um funcionário substitui seu superior, não ganha a mais por exercer uma função que tem um salário maior que o seu –, melhores condições de trabalho e de atendimento."A atual diretoria do BB esqueceu que o maior patrimônio do banco é o corpo funcional, pois ao invés de valorizar seus funcionários, com a melhoria das condições de trabalho, a direção do banco reduz as dotações, terceiriza mão-de-obra e desrespeita a jornada de trabalho", critica o presidente do Sindicato, Rodrigo Britto, lembrando que essas medidas tornam ainda mais precário o atendimento aos clientes.Nesta quinta, a direção do banco comemorou os 200 dias para o 200º aniversário do BB, que ocorre em outubro próximo.
Banco para o Brasil
Com grande ato no próximo dia 16 de abril (quarta-feira), no Setor Bancário Sul, o Sindicato promove a campanha nacional Acorda BB. Em Brasília, os bancários reivindicam respeito à jornada, fim das terceirizações, prorrogação do concurso de 2006, revisão das dotações e fim da lateralidade. Ficou definido que toda quarta-feira será dia de protestos para os trabalhadores do BB.
"Vamos intensificar as atividades durante o mês de abril para esquentar a campanha, porque agora é hora de darmos um fim às péssimas condições de trabalho e lutarmos por um Banco do Brasil com mais compromisso com a sociedade brasileira", ressalta Eduardo Araújo, diretor do Sindicato e da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf/CUT).
Abaixo-assinado
O Sindicato continua percorrendo as dependências do BB com o objetivo de buscar assinaturas para abaixo-assinado em favor da prorrogação do concurso realizado em 2006, revisão das dotações, fim da terceirização e da lateralidade, e respeito à jornada de trabalho. Quem não for bancário também pode participar.Câmara Legislativa debate prorrogação do concurso do BB
Por iniciativa da deputada distrital e bancária Erika Kokay (PT), a Câmara Legislativa realiza no próximo dia 11 de abril (sexta-feira) audiência pública, a partir das 10h, para debater a decisão do Banco do Brasil de não prorrogar o prazo de validade do concurso público, realizado em 2006, para o cargo de escriturário. "É importante a participação de todos nas atividades para ajudar a pressionar os integrantes do Conselho Diretor do Banco do Brasil para mudarem sua postura e prorrogarem o concurso, pois somente com união e mobilização teremos êxito", diz Eduardo Araújo, diretor do Sindicato e da Contraf/CUT. Grande ato dia 16 de abril
Com grande ato no próximo dia 16 de abril (quarta-feira), no Setor Bancário Sul, o Sindicato vai lançar a campanha nacional Acorda BB. Em Brasília, os bancários reivindicam respeito à jornada, fim das terceirizações, prorrogação do concurso de 2006, revisão das dotações e fim da lateralidade. Ficou definido que toda quarta-feira será dia de protestos para os trabalhadores do BB.
Cadastro
O Sindicato está organizando um cadastro com dados de todos os aprovados no concurso do BB de 2006. O objetivo é mantê-los informados e organizar reuniões, sempre que necessárias. A lista vai facilitar a comunicação do Sindicato com todos os aprovados. Para participar do cadastro, é preciso enviar e-mail para sindicato@bancariosdf.com.brEste endereço de e-mail está sendo protegido de spam, você precisa de Javascript habilitado para vê-lo (este endereço de e-mail está sendo protegido de spam, você precisa de Javascript habilitado para vê-lo) e informar nome completo, telefone, de preferência celular, e e-mail pessoal. A preferência pelo número celular se deve ao fato da agilidade no envio de mensagens de texto.Sindicato reúne novamente aprovados em concursos do BB
O Sindicato dos Bancários de Brasília realizou, na sexta-feira 4 de abril, em sua sede, nova reunião com os aprovados no concurso do Banco do Brasil realizado em 2006. Compareceram mais de 250 concursados, que debateram novos encaminhamentos para obter êxito na prorrogação da seleção. A reunião foi conduzida pelo presidente do Sindicato, Rodrigo Britto, pelo diretor da entidade e da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf/CUT), Eduardo Araújo, e pelos integrantes da Comissão dos Aprovados BB.
“Trabalharemos incansavelmente para alterar a decisão do Conselho Diretor do Banco do Brasil de não prorrogar mais os concursos. Lamentamos que os representantes do BB utilizem de argumentos equivocados para justificar a decisão, enquanto, na verdade, acreditam que as pessoas que ainda não foram convocadas para tomar posse não são qualificadas para trabalhar no banco”, afirma o presidente do Sindicato, Rodrigo Britto.
É importante ressaltar que aproximadamente 88 mil pessoas fizeram o concurso do Banco do Brasil em 2006 para Brasília, e somente 2.744 foram aprovados, ou seja, pouco mais de 3% dos candidatos do certame.
Próximas atividades
Diversas atividades já estão sendo realizadas pelo Sindicato e Comissão dos Aprovados como a coleta de assinaturas para o abaixo-assinado, visitas a parlamentares, e reuniões nas dependências do BB para debater o assunto com o funcionalismo. Novas atividades ocorrerão nos próximos dias.
Veja a agenda:
• Segunda-feira, 07 de abril, às 7h – Debate no programa de rádio Bom Dia Servidor, transmitido pelas rádios 88,9 FM e 1.210 AM, sobre a campanha Banco para o Brasil. Acorda diretoria!
• Sexta-feira, 11 de abril, às 10h – Audiência pública na Câmara Legislativa do DF.
• Quarta-feira, 16 de abril, às 13h – Ato da campanha Banco para o Brasil. Acorda diretoria!, em frente ao Edifício Sede I do BB, no Setor Bancário Sul.
“É importante a participação de todos nas atividades para ajudar a pressionar os integrantes do Conselho Diretor do Banco do Brasil para mudarem sua postura e prorrogarem o concurso, pois somente com união e mobilização teremos êxito”, diz Eduardo Araújo, diretor do Sindicato e da Contraf/CUT.
As ações do Sindicato
Desde que tomou conhecimento sobre a intenção de o banco não prorrogar o concurso de 2006, o Sindicato vem atuando em diversas frentes para tentar reverter a decisão da diretoria do BB.Em 5 de março, o presidente do Sindicato, Rodrigo Britto, e o diretor da entidade e da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf/CUT) Eduardo Araújo se reuniram com Marco Antonio, gerente executivo da Dipes, e José Roberto e José Doralvino, gerentes da Dires, para debater a prorrogação do concurso público.
Na ocasião, Rodrigo Britto e Eduardo Araújo reafirmaram a necessidade de renovação do prazo do concurso por mais dois anos e pediram a aceleração das convocações, devido à carência de funcionários nas agências do DF.Em 18 de março, o Sindicato reuniu, em sua sede, mais de 250 aprovados no concurso de 2006 para tratar da prorrogação da seleção para Brasília. Foram discutidas estratégias e organização de campanha com a finalidade de reverter decisão do Conselho Diretor do BB, que disse que não vai renovar o prazo de validade dos concursos. Os concursados aprovaram, por unanimidade, as ações do Sindicato, que incluem a circulação de um abaixo-assinado nas dependências. No dia seguinte, em 19 de março, o Sindicato, com o apoio dos bancários, realizou manifestação no Setor Bancário Sul para cobrar da direção do Banco do Brasil melhorias nas condições de trabalho e no atendimento aos clientes. O ato também contou com a presença de centenas de aprovados no concurso do BB. Em 27 de março, a direção do BB realizou um grande evento em frente ao Edifício Sede I para abrir oficialmente as comemorações pelos 200 anos da instituição financeira. Para contrapor com o tom festivo, a diretoria do Sindicato distribuiu exemplar do jornal Espelho DF, que enumerou os maiores problemas enfrentados pelos bancários do banco, e afixou faixas cobrando a contratação de mais funcionários, a valorização dos atuais, e a prorrogação do concurso.Banco para o Brasil
Com grande ato no próximo dia 16 de abril (quarta-feira), no Setor Bancário Sul, o Sindicato promove a campanha nacional Acorda BB. Em Brasília, os bancários reivindicam respeito à jornada, fim das terceirizações, prorrogação do concurso de 2006, revisão das dotações e fim da lateralidade. Ficou definido que toda quarta-feira será dia de protestos para os trabalhadores do BB.
Abaixo-assinado
O Sindicato continua percorrendo as dependências do BB com o objetivo de buscar assinaturas para abaixo-assinado em favor da prorrogação do concurso realizado em 2006, revisão das dotações, fim da terceirização e da lateralidade, e respeito à jornada de trabalho. Quem não for bancário também pode participar.
Cadastro dos aprovados
O Sindicato continua organizando um cadastro com dados de todos os aprovados no concurso do BB de 2006. O objetivo é mantê-los informados e organizar reuniões, sempre que necessárias. A lista vai facilitar a comunicação do Sindicato com todos os aprovados. Para participar do cadastro, é preciso enviar e-mail para sindicato@bancariosdf.com.brEste endereço de e-mail está sendo protegido de spam, você precisa de Javascript habilitado para vê-lo (este endereço de e-mail está sendo protegido de spam, você precisa de Javascript habilitado para vê-lo) e informar nome completo, telefone, de preferência celular, e e-mail pessoal. A preferência pelo número celular se deve ao fato da agilidade no envio de mensagens de texto.Ministério Público vai investigar abertura de novo concurso pelo BB
O Ministério Público do Trabalho (MPT) vai investigar a abertura de novo concurso público para o Banco do Brasil (BB). A decisão foi tomada pelo procurador do Trabalho Cristiano Paixão, com base em representação protocolada pelo deputado distrital Chico Leite (PT-DF), em 25 de março. A informação foi divulgada na manhã desta sexta-feira, durante audiência pública na Câmara Legislativa para debater a não prorrogação do concurso realizado pela instituição há dois anos.
A determinação do Ministério Público do Trabalho é de que o Banco do Brasil se explique no prazo de 15 dias. O procurador quer saber as razões que levaram o banco a desprezar o cadastro reserva. O diretor de Gestão de Pessoas do Banco do Brasil, Juraci Masieiro, comentou que o motivo para o outro concurso é acelerar a posse de novos funcionários e atender a demanda das agências. Masieiro justificou que houve 20% de desistência dos aprovados nos últimos dois anos e que a expectativa do banco é reduzir esse índice.
Cerca de 1.800 candidatos aprovados ainda não foram nomeados ao cargo de escriturário do Banco de Brasil, relativos ao concurso de 2006. Mesmo assim, a instituição resolveu abrir novas seleções para o mesmo cargo, nos estados do Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Tocantins, São Paulo, Bahia e Distrito Federal. Indignada, uma comissão de aprovados no concurso pediu apoio para a prorrogação do prazo inicial do edital e convocação dos classificados, em vez de se lançar novo edital.
Eles alegam, que de acordo com o Superior Tribunal de Justiça, havendo candidatos aprovados no concurso, mas ainda não aproveitados pela Administração, a abertura de novo certame, quando ainda válido o anterior, é uma ofensa ao direito dos candidatos remanescentes, que têm direito de preferência sobre os aprovados na nova disputa. (correioweb)
Sindicato lança a campanha Banco para o Brasil Acorda Diretoria!Sindicato lança a campanha Banco para o Brasil Acorda Diretoria!, que vai lutar por mais funcionários, menos filas, fim da terceirização e redução das tarifas e dos jurosCom grande ato no início da tarde desta quarta-feira, no Setor Bancário Sul, o Sindicato lançou a campanha nacional Banco para o Brasil Acorda Diretoria! Em Brasília, os bancários reivindicam respeito à jornada, fim das terceirizações, prorrogação do concurso de 2006, revisão das dotações e fim da lateralidade. Ficou definido que toda quarta-feira será dia de protestos para os trabalhadores do BB.“Vamos intensificar as atividades durante o mês de abril para esquentar a campanha, porque agora é hora de darmos um fim às péssimas condições de trabalho e lutarmos por um Banco do Brasil com mais compromisso com a sociedade brasileira”, ressalta Rodrigo Britto, presidente do Sindicato e funcionário do BB.
Ao lançar o primeiro ato da campanha nacional na capital federal, Britto fez um contraponto às comemorações pelos 200 anos do Banco do Brasil. "Temos orgulho de trabalhar no maior banco do país, mas temos vergonha desse Conselho Diretor que não valoriza o funcionalismo e ainda adota medidas que prejudicam o dia-a-dia e a saúde dos bancários. É preciso inverter essa lógica. Antes de comemorar o bicentenário do banco, o Conselho Diretor deveria aumentar o número de funcionários, o que poderia ser feito de imediato com a prorrogação do concurso de 2006", criticou.
O presidente fez um resumo dos principais problemas enfrentados pelos bancários e exigiu da direção do Banco do Brasil o fim das terceirizações e da lateralidade, revisão das dotações e respeito à jornada de trabalho. "Para alcançarmos êxito é preciso mobilização de todos os funcionários, dos edifícios e das agências".De acordo com Rodrigo Britto, o Conselho Diretor precisa resolver essas pendências com o funcionalismo até o fim do primeiro semestre, antes de setembro, data-base da categoria. "Ou a direção atende nossas reivindicações, ou partiremos para a greve", alerta. Terceirizações
O presidente disse ainda que o ideal é que o Banco do Brasil acabe com as terceirizações, porém, enquanto não forem convocados novos concursados, é preciso melhorar os salários e as condições desses trabalhadores. "Os funcionários da Probank, por exemplo, são obrigados a ficar de roupa íntima para facilitar a revista dos seguranças e usam uniformes que lembram presidiários", informa. Mobilização prossegue
A mobilização continua durante toda a tarde e início da noite, com encerramento previsto para as 20h. Antes, às 18h30, os bancários serão homenageados num tributo ao funcionalismo com a apresentação musical de Joe, Kiko Perez e banda. Os presidentes da CUT, Arthur Henrique, e da Contraf, Vagner Freitas, a deputada distrital Érika Kokay, além do presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Processamento de Dados do Distrito Federal, Djalma Ferreira, estiveram no Setor Bancário Sul, onde manifestaram seu apoio aos bancários e criticaram a postura da direção do Banco do Brasil na condução de uma política de gestão que segue na contramão dos interesses do funcionalismo.
“Pelas demandas que temos dos funcionários [do BB], não dá mais para esperar setembro chegar”, resumiu Kokay, numa alusão à campanha nacional dos bancários, cuja data-base é 1º de setembro. “O BB afiou os dentes para minar a dignidade dos seus funcionários”, advertiu a deputada.
Para ela, cabe aos bancários o papel de impedir que o BB seja vítima do processo que vigorou durante o governo FHC, que, segundo ela, ainda encontra respaldo em setores conservadores da diretoria do banco e se manifesta, por exemplo, na forma autoritária como são impostas as metas fora da realidade que os bancários são obrigados a cumprir. “Precisamos de um banco para o Brasil”. Vagner Freitas destacou a importância da luta conjunta de todos os trabalhadores do Ramo Financeiro, num esforço de unidade entre todas as categorias como estratégia para o enfrentamento com os patrões. “Tanto que a campanha salarial deste ano não vai ser apenas dos bancários. O objetivo é colocar todos os trabalhadores, não importando a matiz política, de um lado da mesa”, adiantou Freitas.Segundo o presidente da Contraf/CUT, essa unidade também vale para a campanha lançada pelos bancários do BB. “Vamos lutar contra essa política excludente do Banco do Brasil”. Já o presidente da CUT, Arthur Henrique, classificou a campanha dos bancários do BB como de toda a sociedade e dos outros trabalhadores, uma vez que somente dessa maneira “poderemos mudar o banco” e ele atender aos anseios da população. “Isso é necessário num momento em que se discute a necessidade de um BB público, de fomento”, acrescentou.
A campanha
Lançada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf/CUT), em março, a campanha também tem o objetivo de garantir o pagamento das substituições de comissionados, mais contratações, mais vagas para caixas-executivos e o fim do assédio moral e das metas abusivas.
O Sindicato espalhou 15 outdoors com o tema da campanha em pontos estratégicos de Brasília e das cidades-satélite. Também foram produzidos cartazes, adesivos e camisetas.Consulta aos bancários O Sindicato continua aplicando pesquisa para os funcionários do BB. “A consulta aborda questões como substituições, horas-extras, assédio moral, saúde e condições de trabalho. O questionário foi elaborado a partir das denúncias dos próprios bancários e o modelo estará disponível no site do Sindicato para download”, afirma Eduardo Araújo, diretor do Sindicato.Sindicato debate prorrogação de concurso do BB em audiência na CâmaraAudiência pública promovida pela Bancada do Partido dos Trabalhadores da Câmara Legislativa do Distrito Federal, na sexta-feira 11, debateu a decisão do Banco do Brasil de não prorrogar a validade do concurso para escriturários de 2006 e optar por promover novo concurso. A reunião contou com a presença de parlamentares, bancários e dos concursados, que lotaram as galerias da Casa.
Na avaliação do presidente do Sindicato, Rodrigo Britto, a não prorrogação do concurso já realizado reforça a postura do BB de enxugar seus quadros. Ele denunciou que há terceirizados exercendo funções que deveriam ser de concursados, com remuneração bem inferior. “Só no DF houve um pedido emergencial de 110 convocações e foram autorizadas apenas 19 contratações”, informou.
O coordenador da bancada do DF no Congresso Nacional, deputado Geraldo Magela (PT), que é funcionário do BB, lembrou que não há disparidade significativa de pontuação entre os 2.700 aprovados no concurso anterior, o que contraria o argumento de que os que aguardam convocação não estão suficientemente preparados.
Para a deputada Erika Kokay (PT), de quem partiu a iniciativa da audiência pública, a perspectiva é de que se possa sair “deste encontro com uma solução pactuada”. Erika, que também é bancária da Caixa Econômica há 26 anos, lembrou que a posição pela prorrogação do concurso não é apenas da bancada de seu partido, mas de toda a Casa. “A moção apresentada pelo PT foi aprovada, por unanimidade, no plenário da Câmara”.
O deputado Paulo Tadeu (PT), vice-presidente da Câmara, lembrou que a prorrogação é praxe no BB e que a realização de novo concurso só favorece a “indústria de cursinhos” preparatórios.
MP vai investigar abertura de novo concurso
Durante a audiência, o deputado distrital Chico Leite (PT) anunciou que o Ministério Público vai abrir procedimento investigativo para apurar a abertura de novo concurso público para o Banco do Brasil, com base em representação protocolada pelo parlamentar em 25 de março.
Retrospectiva das ações do Sindicato
Desde que tomou conhecimento sobre a intenção de o banco não prorrogar o concurso de 2006, o Sindicato vem atuando em diversas frentes para tentar reverter a decisão da diretoria do BB.
5 de março - Sindicato se reúne com BB. 18 de março - Reunião com aprovados no concurso de 2006. 19 de março - Manifestação no Setor Bancário Sul. 27 de março - Sindicato protesta durante início das comemorações pelos 200 anos do BB. 5 de abril - Sindicato realiza nova reunião com os concursados.
Sindicato fecha agência do Banco do Brasil do ParanoáO Sindicato fechou na sexta-feira 18 a agência do Banco do Brasil da cidade-satélite do Paranoá. É a segunda manifestação do Sindicato que resulta no fechamento da dependência em menos de um mês. No dia 11, a paralisação se deu após denúncia de intoxicação de funcionários e por causa das péssimas condições de trabalho. Como o banco não tomou nenhuma providência, o Sindicato voltou a fechar a agência. “O BB insiste em ignorar o descaso a que estão submetidos os funcionários. Os problemas vêm se arrastando há anos sem que o banco faça alguma coisa, prejudicando inclusive o atendimento aos clientes”, denuncia a diretora do Sindicato Mirian Fochi. “É um duplo problema, portanto, pois afeta diretamente os bancários e a população que precisa do banco”.
Inspeção do Sindicato constatou graves irregularidades na agência: caixas amontoadas, paredes descascadas, máquinas enferrujadas, refeitório impróprio, depósito irregular, materiais de limpeza expostos, e falta de espaço físico para atender a população adequadamente.Durante a manifestação, o Sindicato realizou um trabalho de esclarecimento junto a clientes e usuários, explicando os motivos do fechamento da agência por meio de nota à população, e recebeu o apoio dos moradores. “Eles concordam que o espaço é inadequado para a prestação de serviços e também cobram uma solução definitiva. O BB precisa priorizar, com urgência, a solução desses problemas. Os bancários e a população merecem mais respeito”, reiterou Fochi.As atividades na agência do Paranoá fazem parte da campanha Banco para o Brasil Acorda Diretoria!, lançada pelo Sindicato na quarta-feira 16. Entre as reivindicações dos bancários em Brasília estão melhores condições de trabalho, respeito à jornada, prorrogação do concurso de 2006, revisão das dotações e fim das terceirizações e da lateralidade.Após denúncia do Sindicato, BB inicia reforma da agência do Paranoá
Após o Sindicato fechar por duas vezes a agência do Banco do Brasil da cidade-satélite do Paranoá – uma no dia 11 de abril e outra no dia 18 –, depois de constatar diversas irregularidades na unidade, a direção do banco enviou técnicos para iniciar a reforma da agência. Os secretários de Saúde do Sindicato, Alexandre Severo, e de Política Sindical, Saulo dos Santos, se reuniram, nesta terça-feira 22, com o gerente do Centro de Serviços de Logística (CSL) José Eduardo. O representante do banco garantiu que vai resolver todos os problemas físicos e ampliar a unidade.O gerente do CSL estuda, inclusive, ampliar a unidade alugando a parte superior do local. Engenheiros do banco já trabalham na agência para realizar os reparos mais urgentes.
Laudo técnico elaborado pelo Sindicato constatou graves irregularidades na agência Paranoá: caixas amontoadas, paredes descascadas, máquinas enferrujadas, refeitório impróprio, depósito irregular, materiais de limpeza expostos, e falta de espaço físico para atender a população adequadamente.
Durante a manifestação em 18 de abril, o Sindicato realizou um trabalho de esclarecimento junto a clientes e usuários, explicando os motivos do fechamento da agência por meio de nota à população, e recebeu o apoio dos moradores. “Eles concordam que o espaço é inadequado para a prestação de serviços e também cobram uma solução definitiva. O BB precisa priorizar, com urgência, a solução desses problemas. Os bancários e a população merecem mais respeito”, reitera a secretária de Assuntos Jurídicos do Sindicato e funcionária do BB, Mirian Fochi.
Liminar suspende concurso do Banco do BrasilPor decisão do juiz da 4ª Vara Cível do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) Robson Barbosa Azevedo, foi suspenso até o julgamento da ação o concurso de 2008 do Banco do Brasil para o Distrito Federal. As provas para a seleção estavam marcadas para o próximo dia 18. Cabe recurso.
Em março, os candidatos classificados no certame de 2006 foram surpreendidos com a decisão do BB de não prorrogar a seleção, que visava à formação de cadastro reserva para 5 mil classificados – 2.744 foram aprovados, mas apenas 1.073, convocados. Se mantida a validade do concurso de 2006, os classificados têm até o mês de julho para serem chamados.
No entendimento do juiz, que julgou o mandado de segurança que pede a suspensão do concurso, os aprovados em 2006 ainda aguardam a contratação pelo banco. "Há preterição de candidatos aprovados em certame ainda vigente quando se convoca novo concurso (...), sem esgotamento do anterior certame realizado", afirma.
O BB abriu concurso para preencher vagas nos Estados do Mato Grosso do Sul, Tocantins, São Paulo, Bahia e Distrito Federal, atitude que revoltou os aprovados. Eles procuraram o deputado distrital Chico Leite, responsável pela "Lei dos Concursos", que entrou com uma representação no Ministério Público do Trabalho pedindo a apuração do caso. Em virtude da polêmica no mês de março, a instituição decidiu que não prorrogará mais o prazo de validade de seus concursos a partir deste ano.
Após solicitação do Sindicato dos Bancários de Brasília e da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf/CUT), o Departamento de Coordenação de Controle das Estatais (Dest) autorizou, no mês passado, o BB a ampliar o quadro de funcionários de 88,5 mil para 91 mil. Serão 2,5 mil novos bancários para atender ao plano de expansão do sistema Banco do Brasil, com a abertura de novas agências e postos de serviços em vários municípios. Em 2006, o Sindicato e a Contraf/CUT enviaram ofício ao Dest solicitando a ampliação do quadro de funcionários no BB.
O aumento da dotação por dependências e no número de caixas é uma das reivindicações da campanha Acorda BB (lançada pelo Sindicato em Brasília na segunda quinzena de abril), juntamente com a volta do pagamento das substituições e o fim da extrapolação de jornada.
Retrospectiva das ações do Sindicato
Desde que tomou conhecimento sobre a intenção de o banco não prorrogar o concurso de 2006, o Sindicato vem atuando em diversas frentes para tentar reverter a decisão da diretoria do BB.
5 de março - Sindicato se reúne com BB. 18 de março - Reunião com aprovados no concurso de 2006. 19 de março - Manifestação no Setor Bancário Sul. 27 de março - Sindicato protesta durante início das comemorações pelos 200 anos do BB. 5 de abril - Sindicato realiza nova reunião com os concursados. 11 de abril - Audiência na Câmara Legislativa. Sindicato intensifica luta por convocação dos aprovados no concurso de 2006 do BBO Sindicato participa na próxima segunda-feira 12 de reunião com a direção do Banco do Brasil em que volta a discutir a prorrogação do concurso de 2006 e a convocação de todos os aprovados. No encontro, que vai reunir a Contraf/CUT e diretores eleitos da Previ para a negociação da utilização do superávit do fundo de pensão para a melhoria dos benefícios, o Sindicato fará também a entrega de abaixo-assinado que reivindica do BB que reverta a decisão de não prorrogar o concurso. Além da negociação com o BB, na terça-feira 13 o Sindicato reúne-se com o deputado federal e presidente nacional do PT, Ricardo Berzoini. A reunião com Berzoini, que também é funcionário do banco, faz parte da estratégia do Sindicato de articular apoio político junto a parlamentares como forma de pressionar o banco a atender à reivindicação da categoria. As medidas implementadas pelo Sindicato e pela Comissão dos Aprovados para reverter a decisão do BB incluem atividades, manifestações, audiências e medidas no âmbito judicial. Na semana passada, a campanha ganhou reforço com a decisão do juiz da 4ª Vara Cível do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) Robson Barbosa Azevedo, favorável a ação de uma candidata, que suspendeu em caráter liminar a realização do concurso, cujas provas estavam marcadas para o dia 18 próximo. “Chegamos a um momento decisivo dessa luta, em que devemos permanecer vigilantes. Por isso, é fundamental que todos participem das ações e atividades promovidas pelo Sindicato”, convoca o presidente da entidade, Rodrigo Britto.Concurso do BB: Sindicato entrega abaixo-assinado e defende convocação dos aprovadosO Sindicato protocolou nesta segunda-feira 12 junto à presidência do Banco do Brasil ofício solicitando a convocação de todos os aprovados do Distrito Federal no concurso público de 2006. Em anexo, foi entregue um abaixo-assinado com milhares de assinaturas reivindicando uma série de melhorias no tocante às condições de trabalho e ao atendimento a usuários e clientes, entre as quais se destaca a prorrogação do respectivo concurso.
O Sindicato entende que o banco pode e deve chamar os aprovados ainda não convocados no certame de 2006 em função da necessidade de mais funcionários, sobretudo nas agências. O próprio Departamento de Coordenação de Controle das Estatais (DEST), atendendo solicitação do Sindicato e da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf/CUT), já autorizou o banco a ampliar o quadro em 2,5 mil novos bancários. Dos 2.744 aprovados no DF, apenas 1.103 foram convocados até o momento, ou seja, há ainda 1.641 pessoas aguardando convocação.O abaixo-assinado é fruto da ação do Sindicato e da mobilização dos aprovados no concurso. Desde março de 2008, quando o banco manifestou que não iria revalidar o concurso e realizaria um novo certame, o Sindicato tomou uma série de iniciativas para fazer valer o direito dos aprovados de serem convocados. Além disso, a entidade tem pressionado o banco para resolver o problema das dotações das agências e locais de trabalho, cuja falta de funcionários é gritante.
Veja as principais ações do Sindicato e os últimos acontecimentos:5 de março - Sindicato se reúne com BB. 18 de março - Reunião com aprovados no concurso de 2006. 19 de março - Manifestação no Setor Bancário Sul. 27 de março - Sindicato protesta durante início das comemorações pelos 200 anos do BB. 5 de abril - Sindicato realiza nova reunião com os concursados. 11 de abril - Audiência na Câmara Legislativa. 5 de maio – Liminar do TJDFT suspendendo realização do novo concurso. 8 de maio - Suspensão da liminarAprovados em concurso do BB estão em vigília na sede do bancoOs aprovados no concurso do Banco do Brasil, realizado em 2006, estão acampados em frente ao edifício sede III do banco desde a manhã desta sexta-feira 16. O objetivo é pressionar a direção do BB para a prorrogação do concurso. O Sindicato apóia a manifestação dos aprovados.
O Sindicato entende que o banco pode e deve chamar os aprovados ainda não convocados no certame de 2006 em função da necessidade de mais funcionários, sobretudo nas agências. O próprio Departamento de Coordenação de Controle das Estatais (Dest), atendendo solicitação do Sindicato e da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf/CUT), já autorizou o banco a ampliar o quadro em 2,5 mil novos bancários. Dos 2.744 aprovados no DF, apenas 1.103 foram convocados até o momento, ou seja, há ainda 1.641 pessoas aguardando convocação.
Os aprovados ficarão em vigília até que a direção do Banco do Brasil apresente uma solução para o concurso de 2006.
Mesmo sem convocar todos os aprovados no concurso de 2006, o BB realiza novo concurso, cujas provas estão marcadas para este domingo 18 de maio. “Chegamos a um momento decisivo dessa luta, em que devemos permanecer vigilantes. Por isso, é fundamental que todos participem das ações e atividades promovidas pelo Sindicato”, convoca o presidente da entidade, Rodrigo Britto.
Abaixo-assinado
Durante negociação específica com o BB, realizada na segunda-feira 12, o Sindicato entregou ofício à presidência do banco solicitando a convocação de todos os aprovados do Distrito Federal no concurso público de 2006. Em anexo, foi entregue um abaixo-assinado com milhares de assinaturas reivindicando uma série de melhorias no tocante às condições de trabalho e ao atendimento a usuários e clientes, entre as quais se destaca a prorrogação do respectivo concurso.
O abaixo-assinado é fruto da ação do Sindicato e da mobilização dos aprovados no concurso. Desde março de 2008, quando o banco manifestou que não iria revalidar o concurso e realizaria um novo certame, o Sindicato tomou uma série de iniciativas para fazer valer o direito dos aprovados de serem convocados. Além disso, a entidade tem pressionado o banco para resolver o problema das dotações das agências e locais de trabalho, cuja falta de funcionários é gritante.Há vagas para todos no Banco do BrasilO Sindicato dos Bancários de Brasília, que sempre atuou na defesa intransigente dos direitos dos trabalhadores e pelo fortalecimento do Banco do Brasil como instituição pública a serviço do desenvolvimento econômico e social do país, esclarece:
1. O Sindicato é e sempre foi favorável à realização de concursos pelo Banco do Brasil. Faz parte da nossa luta diária a exigência de contratação de novos funcionários, para diminuir a brutal carga de trabalho nas agências e melhorar o atendimento à população. Foi por pressão direta do Sindicato e da CUT que o Ministério do Planejamento autorizou a ampliação do quadro do BB em 2.500 novos funcionários em abril deste ano.
2. Há vagas nas dependências do Banco do Brasil tanto para os aprovados no concurso de 2006 como para os que serão aprovados no concurso deste domingo. Há uma enorme carência de funcionários nas agências, como resultado da desastrada reestruturação que a direção do banco fez no ano passado e da alta rotatividade entre os novos bancários. Além disso, uma grande quantidade de bancários estará em condições de se aposentar nos próximos anos.
3. O Sindicato condena o comportamento antiético e irresponsável da direção do Banco do Brasil, ao desprezar e desqualificar os aprovados no concurso de 2006 que ainda não foram convocados. O Sindicato continuará lutando pelos direitos dos trabalhadores, inclusive dos que forem aprovados no atual concurso e também poderão ser vítimas dessa mesma política antitrabalhista, se ela não for barrada.
Sindicato dos Bancários de BrasíliaEm vigília, aprovados em concurso do BB realizam protesto nesta terçaOs aprovados no concurso do Banco do Brasil realizado em 2006 estão acampados em frente ao edifício sede III do banco desde a manhã da última sexta-feira 16. O objetivo é pressionar a direção do BB a prorrogar o concurso. O Sindicato apóia a manifestação dos aprovados. A vigília prossegue nesta terça-feira 20, quando os aprovados intensificam a manifestação, com a realização de protesto pela manhã, a partir das 7h30. O objetivo é forçar o Conselho Diretor do Banco do Brasil a colocar na pauta da reunião que tem agendada para o dia a discussão sobre a prorrogação do concurso e apresentar uma solução. O Sindicato entende que o banco pode e deve chamar os aprovados ainda não convocados no certame de 2006 em função da necessidade de mais funcionários, sobretudo nas agências. O próprio Departamento de Coordenação de Controle das Estatais (Dest), atendendo solicitação do Sindicato e da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf/CUT), já autorizou o banco a ampliar o quadro em 2,5 mil novos bancários. Dos 2.744 aprovados no DF, apenas 1.103 foram convocados até o momento, ou seja, há ainda 1.641 pessoas aguardando convocação.Mesmo sem convocar todos os aprovados no concurso de 2006, o BB realizou novo concurso, cujas provas foram aplicadas neste domingo 18 de maio. Abaixo-assinadoDurante negociação específica com o BB, realizada na segunda-feira 12, o Sindicato entregou ofício à presidência do banco solicitando a convocação de todos os aprovados do Distrito Federal no concurso público de 2006. Em anexo, foi entregue um abaixo-assinado com milhares de assinaturas reivindicando uma série de melhorias no tocante às condições de trabalho e ao atendimento a usuários e clientes, entre as quais se destaca a prorrogação do respectivo concurso.O abaixo-assinado é fruto da ação do Sindicato e da mobilização dos aprovados no concurso. Desde março de 2008, quando o banco manifestou que não iria revalidar o concurso e realizaria um novo certame, o Sindicato tomou uma série de iniciativas para fazer valer o direito dos aprovados de serem convocados. Além disso, a entidade tem pressionado o banco para resolver o problema das dotações das agências e locais de trabalho, cuja falta de funcionários é gritante.Campanha Acorda Diretoria: Sindicato retarda abertura de seis agências do Banco do BrasilO Sindicato paralisou, das 11h ao meio dia desta quarta-feira 21, as atividades de seis agências (516 Sul, 507 Sul, 502 Sul, 504 Norte, 510 Norte e 515 Norte) do Banco do Brasil. As manifestações fazem parte da campanha Acorda Diretoria! e foi realizada em todo o país.
Os bancários exigem respeito à jornada, fim das terceirizações e da lateralidade (retorno do pagamento das substituições), prorrogação do concurso de 2006, e revisão das dotações.Durante o ato público, foram distribuídas cópias do Espelho Especial para os funcionários, bem como o Jornal do Cliente. Os diretores do Sindicato alertaram para a necessidade de se valorizar mais os funcionários do Banco do Brasil.“O lucro de R$ 2,347 bilhões no primeiro trimestre deste ano – o que representa um crescimento de 66,6% em relação ao mesmo período do ano passado (R$ 1,409 bilhão) –, foi obtido com descumprimento da legislação trabalhista e com a exploração de seus funcionários”, afirma Rodrigo Britto, presidente do Sindicato e funcionário do BB.
Além de desrespeitar os direitos dos bancários, o BB se afasta cada vez mais de sua vocação, que é principalmente o financiamento do setor agrícola. “Em vez de ampliar os créditos para este setor, o banco insiste em metas abusivas aos bancários para alavancar os empréstimos para compra de veículos e operações de cartão de crédito”, completa Rafael Zanon, diretor do Sindicato e funcionário do BB.
BB rejeita reivindicações e funcionalismo se mobiliza para a greve
A direção do Banco do Brasil rejeitou, na rodada de negociação realizada nesta sexta-feira 6, em São Paulo, praticamente todas as reivindicações apresentadas pela Comissão de Empresa dos funcionários do Banco do Brasil da Contraf/CUT (CE BB) para acabar com as péssimas condições de trabalho nas dependências. Diante da intransigência do banco, a Comissão de Empresa decidiu intensificar a mobilização em todo o país, com vistas à preparação de uma greve nacional no fim de junho.
Os dirigentes sindicais cobraram do banco a volta do pagamento das substituições, a convocação dos aprovados no concurso de 2006, mais contratações, o fim do projeto de extinção dos caixa-executivos e o fim do assédio moral e das metas abusivas, entre outras reivindicações da campanha Acorda BB - Banco para o Brasil.
"Lembramos que no aniversário dos 200 anos a direção do banco não convidou os funcionários para a festa. Para nós, apenas a obrigatoriedade de cumprir metas para garantir o lucro e os recursos para os convidados", critica Marcel Barros, coordenador nacional da Comissão de Empresa.
Pagamento das substituições
Esse foi um dos temas mais debatidos na rodada de negociação. Para o banco, a questão é pétrea e "trata-se de mudança de cultura". A empresa nega-se a admitir que o desvio de função está ocorrendo de forma generalizada, caracterizando gestão temerária pelo passivo trabalhista que essa atitude está acarretando.
"Mais uma vez o banco recusa-se a admitir que cometeu um grande erro ao instituir a lateralidade, que criou um vazio gerencial nas agências e afetou a produtividade", diz Eduardo Araújo, representante da Fetec-Centro Norte na Comissão de Empresa.
Hora extra
A Comissão de Empresa mostrou documentos do banco orientando proibindo a realização de hora extra, sob alegação de "falta de dotação orçamentária". Isso está provocando diversas fraudes no ponto eletrônico, uma vez que a falta de funcionários obriga a sobre-jornada sem a devida remuneração.
O banco diz estar concluindo levantamento para identificar onde há problemas. No entanto, não aponta perspectiva de solução.
Metas abusivas e assédio
A determinação do banco em se manter como o líder do ranking no ano em que comemora seus 200 anos tem levado a uma série de ações que convergem para metas irreais e abusivas, e a pressão vai descendo na escala de comando, desembocando no assédio nos locais de trabalho. "Isso somado à falta de funcionários temos o elemento explosivo das péssimas condições de trabalho na grande maioria dos locais", avalia Ana Paula Domeniconi, representante da Fetec-SP na Comissão de Empresa.
PCCSA Comissão de Empresa reivindicou a necessidade de reabertura dessa discussão, não apenas pelos problemas que já existem no BB, mas também pelo fato de as incorporações criarem novas distorções. Novamente, os representantes do banco disseram não cogitar discutir o assunto, mostrando totalmente insensibilidade a um problema que cresce a cada dia.
Vale-transporte
O banco continua descumprindo a lei, mesmo já tendo sido derrotado em ações jurídicas em vários Estados. A afirmação dos negociadores é que o jurídico do BB alega que a empresa está cumprindo a lei.
Incorporação do Besc
A Comissão de Empresa, junto com representantes dos bancários do Besc, cobrou resposta para as reivindicações do documento entregue dia 21 de fevereiro.
O BB disse que estudos sobre a incorporação ainda não estão concluídos e não é possível discutir nada ainda. Ficou definida reunião específica sobre o assunto no final do mês em Florianópolis.
"Com essa postura o banco frustra as expectativa dos trabalhadores do Besc e mantém o clima de insegurança em relação ao futuro", diz Milano, funcionário do Besc representante da Fetec-SC na Comissão de Empresa.
Intensificar a mobilização
Diante da postura irredutível do BB, a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro orienta os sindicatos a intensificarem a mobilização e paralisações dentro da campanha Acorda BB - Banco para o Brasil. Novas orientações serão repassadas durante a semana.BB rejeita reivindicações e greve é marcada para o dia 25A direção do Banco do Brasil rejeitou, na rodada de negociação realizada no último dia 6 de junho, em São Paulo, praticamente todas as reivindicações apresentadas pela Comissão de Empresa dos funcionários do Banco do Brasil da Contraf/CUT (CE BB) para acabar com as péssimas condições de trabalho nas dependências.
Diante da negativa da empresa em discutir a sério as reivindicações visando acabar com as péssimas condições de trabalho nas dependências, a Executiva da Contraf/CUT, em reunião realizada nesta segunda-feira 9, decidiu orientar os sindicatos a organizarem greve nacional de 24 horas no Banco do Brasil dia 25 de junho. Participaram da reunião o presidente do Sindicato, Rodrigo Britto, e o diretor Eduardo Araújo.
Na rodada de negociação da última sexta-feira, os dirigentes sindicais cobraram do banco a volta do pagamento das substituições, a convocação dos aprovados no concurso de 2006, mais contratações, o fim do projeto de extinção dos caixas-executivos e o fim do assédio moral e das metas abusivas, entre outras reivindicações da campanha Acorda Diretoria - Banco para o Brasil.
“No 200º aniversário do BB, a direção do banco não convidou os funcionários para as comemorações. Ao funcionalismo foi dado como ‘presente’ a obrigatoriedade de cumprir metas para garantir o lucro e os recursos para os convidados”, critica Rodrigo Britto, presidente do Sindicato. Pagamento das substituiçõesEsse foi um dos temas mais debatidos na rodada de negociação. Para o banco, a questão é pétrea e “trata-se de mudança de cultura”. A empresa nega-se a admitir que o desvio de função está ocorrendo de forma generalizada, caracterizando gestão temerária pelo passivo trabalhista que essa atitude está acarretando.
“Mais uma vez o banco recusa-se a admitir que cometeu um grande erro ao instituir a lateralidade, que criou um vazio gerencial nas agências e afetou a produtividade”, diz Eduardo Araújo, diretor do Sindicato e representante da Fetec-Centro Norte na Comissão de Empresa.Hora extraA Comissão de Empresa mostrou documentos do banco proibindo a realização de hora extra, sob alegação de “falta de dotação orçamentária”. Isso está provocando diversas fraudes no ponto eletrônico, uma vez que a falta de funcionários obriga a sobre-jornada sem a devida remuneração.
O banco diz estar concluindo levantamento para identificar onde há problemas. No entanto, não aponta perspectiva de solução. Metas abusivas e assédioA determinação do banco em se manter como o líder do ran-king no ano em que comemora seus 200 anos tem levado a uma série de ações que convergem para metas irreais e abusivas, e a pressão vai descendo na escala de comando, desembocando em assédio nos locais de trabalho. PCCSA Comissão de Empresa reivindicou a necessidade de reabertura dessa discussão, não apenas pelos problemas que já existem no BB, mas também pelo fato de as incorporações criarem novas distorções. Novamente, os representantes do banco disseram não cogitar discutir o assunto, mostrando total insensibilidade em relação a um problema que cresce a cada dia.Vale-transporteO banco continua descumprindo a lei, mesmo já tendo sido derrotado em ações jurídicas em vários estados. A afirmação dos negociadores é que o jurídico do BB alega que a empresa está cumprindo a lei. Intensificar a mobilizaçãoDiante da postura irredutível do BB, o Sindicato convoca todos os bancários do Banco do Brasil a participarem da mobilização e para-lisações dentro da campanha Acorda Diretoria - Banco para o Brasil.
“É preciso intensificar as atividades em todas as unidades do BB. Se os bancários não demonstrarem força neste momento, a diretoria do banco certamente não moverá uma palha para resolver todos esses problemas”, afirma Rafael Zanon, diretor do Sindicato.BB: Justiça decide nesta sexta-feira 22 sobre prorrogação do concurso de 2006
Foi marcado para o próximo dia 22 de agosto (sexta-feira) o julgamento da ação impetrada pelo Ministério Público do Trabalho sobre a prorrogação do concurso do Banco do Brasil realizado em 2006.
Em 8 de agosto, o juiz Ruitemberg Nunes Pereira, da 6ª Vara Cível de Brasília, decretou a prorrogação da validade do concurso do Banco do Brasil no Distrito Federal para o cargo de escriturário até nove de junho de 2010. A decisão vale apenas para oito concursados. Realizado em 2006, o certame expirou em junho deste ano.
Em caso de descumprimento da decisão, Ruitemberg Pereira fixou multa diária no valor de R$ 10 mil para cada impetrante que não seja convocado. Cabe recurso ao Banco do Brasil.
Apesar de o entendimento do juiz não ser unânime, já que outros aprovados tiveram os pedidos denegados na 17ª Vara Cível de Brasília, a decisão abre novas possibilidades para quem ainda não foi convocado.
Na fundamentação da sentença da 6ª Vara Cível, o magistrado explicou que, “embora seja ato discricionário, se a opção pela não-prorrogação da validade do certame se evidencia infundada, irrazoável e desmotivada, cuida-se de ato administrativo írrito, configurador de autêntico abuso do poder discricionário.”
O juiz explicou na sentença: “A respeito desta questão não tenho dúvidas em reconhecer que se deve dar prevalência ao interesse dos autores, porque, considerado o sistema constitucional, o direito de não-preterição está fundamentado e justificado, ao passo que o direto de não-prorrogação não ostenta qualquer motivação razoável.” E a seguir destacou: “É grande a importância abstrata do direito dos autores, ao passo que é mínima a importância do direito de não-prorrogação, notadamente porque a sua exclusão não produz quaisquer efeitos, na prática, para os interesses da Administração.”
Ficou assegurado ao Banco do Brasil o direito de dar prosseguimento ao concurso de 2008, ficando, no entanto, assegurado também o direito aos impetrantes de preferência na convocação.
Reunião no Sindicato
Na quinta-feira, 7 de agosto, um dia antes da decisão do juiz da 6ª Vara Cível de Brasília, candidatos aprovados no concurso de 2006 participaram de reunião no Teatro dos Bancários. O diretor do Sindicato Rafael Zanon e a assessoria jurídica da entidade prestaram esclarecimentos sobre a ação.
Polêmica
No começo de junho, uma juíza de Brasília, em resposta à ação impetrada pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) da 10ª Região, determinou liminarmente que o BB não poderia convocar nenhum dos aprovados da seleção de 2008 até que o mérito do processo fosse julgado em definitivo. Para o MPT, o BB deveria priorizar os selecionados na prova anterior, já que seu prazo de validade ainda corria quando o novo certame foi lançado.
Em julho, um magistrado paulista emitiu decisão do mesmo teor com alcance sobre a seleção realizada em São Paulo. Até maio deste ano, o BB só havia empossado 849 escriturários no Estado, deixando 4.151 na lista de espera.BB: Sindicato discute falta de funcionários, condições de trabalho e PLR com a Super DF
O pagamento da PLR, o déficit de funcionários nas agências, as péssimas condições de trabalho e pontos relacionados aos processos administrativos foram o foco da reunião entre o Sindicato e a Superintendência de Varejo do Banco do Brasil em Brasília, realizada na última sexta-feira, dia 6. Representando o Sindicato, participaram os diretores Eduardo Araújo e Rafael Zanon, além da assessora junto ao coletivo do BB na entidade, Resula Bonfim.
Em metade das agências do DF, os funcionários não receberam integralmente o módulo bônus da PLR (Participação nos Lucros e Resultados), pelo fato de as unidades não terem atingido a pontuação exigida para o pagamento total do benefício. O Sindicato discutiu uma revisão dos critérios e uma reconsideração, argumentando que as metas impostas para as agências do DF foram superestimadas, uma vez que, na avaliação, não foi levada em conta a realidade do público dessa região, ponto que já havia sido levantado pelos representantes sindicais em outra reunião com a Super.
“As agências têm que formalizar a reconsideração para a Superintendência, para que se busque corrigir esse desvio, que está prejudicando um grande número de bancários de agências que deram o sangue para alcançar esse lucro recorde registrado pelo BB no ano passado", orienta o diretor do Sindicato Eduardo Araújo.
O Sindicato também cobrou melhorias nas condições de trabalho de diversas agências do DF. Algumas estão em reforma, como a do ministério da Aeronáutica, com instalações ruins tanto para funcionários quanto para clientes. Outras têm um péssimo ambiente de trabalho, como a agência Luziânia - além de pesar contra ela graves denúncias de assédio moral. A Superintendência se comprometeu a resolver esses problemas.Também foi discutida uma solução definitiva para a falta de funcionários das agências. Por conta do impasse judicial relativo à prorrogação do concurso de 2006, o Banco do Brasil não está convocando novos funcionários. A instituição vem tomando medidas paliativas para dar conta das demandas resultantes do déficit de empregados - como o incentivo à transferência de bancários de outras regiões do Brasil para a capital.
"Essa medida pode resolver o problema a curto prazo, mas o que reivindicamos é uma solução em relação aos concursos de 2006 e 2008", ressaltou o presidente do Sindicato, Rodrigo Britto.
O Sindicato debateu ainda questões referentes aos processos administrativos, solicitando uma ação da Super no intuito de orientar os funcionários sobre o tema. Os representantes da Super informaram que será realizado seminário sobre o assunto.
O Sindicato elogiou o projeto de atendimento que está em fase piloto em algumas agências do DF.Sindicato busca solução para a falta de funcionários nas agências do BB no DF
Acatar imediatamente a decisão judicial referente à prorrogação do concurso de 2006 foi a sugestão dos representantes do SindicatoRepresentantes do Sindicato e da Dipes (Diretoria Gestão de Pessoas) do Banco do Brasil reuniram-se na quarta-feira 4 para buscar uma solução o mais rápido possível para o grave problema da falta de funcionários nas agências do Distrito Federal. Chega a 150 o número de vagas, somente na rede de agências. A situação também prejudica os órgãos da Direção Geral, que encontram dificuldades na liberação de funcionários já transferidos. O problema é gerado pela impossibilidade de o banco convocar novos concursados devido à ação movida pelo Ministério Público do Trabalho referente à prorrogação do concurso de 2006 (leia mais abaixo), que já recebeu inclusive decisão favorável do judiciário.
Os representantes do BB se mostraram receptivos às reivindicações do Sindicato, admitiram que é preciso resolver o problema da falta de funcionários do DF e que de fato vêm tomando medidas paliativas para atenuar a situação, como o incentivo à transferência de bancários de outras regiões do país para Brasília. O Sindicato sugeriu aos representantes do BB acatar de imediato a decisão judicial sobre o concurso de 2006 sem recorrer ao TST (Tribunal Superior do Trabalho), mas a Dipes ponderou que não cabe somente a ela deliberar pela prorrogação do certame.
“O BB precisar resolver o quanto antes essa situação, pois quem está pagando o pato são os funcionários das agências, que são obrigados a trabalhar cada vez mais sobrecarregados, abrindo espaço para o surgimento de doenças ocupacionais e situações de assédio moral pelo cumprimento de metas”, frisou o presidente do Sindicato, Rodrigo Britto.
Concurso de 2006: entenda o casoNo início de 2008, poucos meses antes do término do prazo de validade do concurso de 2006 e apesar dos constantes pedidos do movimento sindical, o BB anunciou que não iria prorrogar a seleção, praticamente ao mesmo tempo em que abriu inscrições para a realização de um novo processo seletivo.
Indignados com a decisão do BB, um grupo de aprovados naquele concurso procurou o deputado distrital Chico Leite, responsável pela "Lei dos Concursos", que entrou com uma representação no Ministério Público do Trabalho pedindo a apuração do caso.
"O Sindicato, por sua vez, também começou uma batalha pela prorrogação do certame, que incluiu, entre várias outras iniciativas, uma série de reuniões com os aprovados, manifestações públicas, rodadas de negociações com a direção do BB, e audiência pública na Câmara Legislativa", enumerou Eduardo Araújo, diretor do Sindicato. Por determinação do Tribunal Regional do Trabalho (TRT), com base na ação movida pelo Ministério Público, o BB ficou impedido de convocar os candidatos aprovados no concurso público aberto em 2008 até o fim da convocação dos classificados no exame de 2006. O TRT também condenou o Banco do Brasil ao pagamento de indenização por danos morais, no importe de R$ 200.000 reversível ao Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), em caso de descumprimento da decisão.
O banco ingressou com embargo de declaração - trata-se de um mecanismo jurídico para elucidar alguma dúvida ou algum ponto que entende omisso no julgamento. No caso, o banco estava argumentando que, com a decisão, também ficara impedido de aplicar as cotas para deficientes físicos. A última manifestação do TRT, na última sexta-feira 6, esclareceu o pedido, sem alterar a conclusão do julgamento anterior, pelo qual o banco está impedido de realizar novo concurso até que seja exaurida a convocação do exame anterior. Sindicato alerta BB para risco de caos administrativo nas agências do DFEm reunião realizada no último dia 11, o Sindicato alertou o vice-presidente de Gestão de Pessoa e Responsabilidade Socioambiental do Banco do Brasil, Luiz Oswaldo, sobre o risco de caos administrativo nas agências do DF, por conta da falta de funcionários, caso o BB prolongue ainda mais a peleja jurídica sobre a prorrogação do concurso de 2006. A partir de ação movida pelo Ministério Público do Trabalho, já julgada no TRT (Tribunal Regional do Trabalho), o BB está impedido de convocar os concursados de 2008 até que se esgote a lista dos aprovados no concurso de 2006, que a direção do BB havia decidido não prorrogar, desconsiderando os fortes apelos em contrário do Sindicato à época. O Sindicato vem se reunindo com representantes de várias diretorias do banco para discutir o assunto. Para o Sindicato, o BB deve acatar a decisão do TRT, para que se garantam condições mínimas de trabalho para os funcionários no DF, com a convocação imediata de concursados para o suprimento das vagas existentes. Denunciadas à Procuradoria do Trabalho as péssimas condições de trabalho nas agências do BB no DF
Mais uma vez os graves problemas registrados nas agências do Banco do Brasil no Distrito Federal, ocasionados pela falta de funcionários, foram objeto de denúncia do Sindicato, que levou ao conhecimento do Procurador do Trabalho Cristiano Paixão a dura realidade de superlotação das agências, dos constantes casos de adoecimentos, de agressões, ameaças e insultos vivida pelos bancários. Há tempos o Sindicato vem trabalhando em várias frentes para pôr fim ao problema, mas a direção do BB insiste em ignorá-lo. Várias reuniões já foram realizadas com representantes do banco, alertando para a urgência da situação e no esforço de buscar uma solução o mais breve possível. Para o Sindicato, esses problemas são causados pela insistência do BB em descumprir decisão judicial que determina a prorrogação do concurso de 2006, o que inviabiliza a contração de novos funcionários. “A empresa investe numa queda-de-braço que só traz prejuízos a ela mesma e, consequentemente,ao seu corpo funcional, aliás o mais prejudicado”, dispara Rafael Zanon, diretor do Sindicato, que participou do encontro. Os funcionários não podem continuar sofrendo por causa da intransigência da empresa”, complementa o diretor do Sindicato Eduardo Araújo. “Levaremos ao conhecimento do novo presidente do BB e do novo vice-presidente de Gestão de Pessoas a gravidade da situação e esperamos que realmente tragam uma mudança de atitude.”
Campanha "Banco para o Brasil, Acorda Diretoria!" começa a dar resultados
A campanha Banco para o Brasil apresenta seus primeiros resultados. O Departamento de Coordenação e Controle das Estatais (DEST, órgão do governo federal responsável pelo acompanhamento administrativo e financeiro das estatais) autorizou, nesta sexta feira, 18 de abril, o aumento do quadro de pessoal do sistema Banco do Brasil em 2.500 vagas. De acordo com a Portaria nº 6, publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira, 18, o Banco poderá elevar o limite de seu quadro de pessoal de 88.500 para 91.000 empregados. O objetivo é atender os planos de expansão, com a abertura de novas agências e postos de serviços em diversos municípios brasileiros. Para William Mendes, secretário de Imprensa da Contraf-CUT e funcionário do banco, a notícia confirma a importância da mobilização dos trabalhadores na busca por melhores condições de trabalho. "Desde o início da campanha, já conseguimos a abertura de concursos e agora a ampliação na dotação de algumas agencias.", avalia. O aumento da dotação por dependências e no número de caixas é uma das reivindicações da campanha "Acorda Diretoria", juntamente com a volta do pagamento das substituições e o fim da extrapolação de jornada. "Somente com o envolvimento de todos os funcionários nesta campanha teremos novas conquistas. O governo liberou as vagas, mas temos que pressionar a diretoria do BB para que haja contratação imediata de novos funcionários.", conclama Rodrigo Britto, presidente do Sindicato dos Bancários.