Sindicato visita agência do BB furtada em Brazlândia para prestar suporte aos funcionários

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O dirigente da Contraf-CUT Matuzalém Albuquerque

Após o furto à agência do Banco do Brasil em Brazlândia, ocorrido na madrugada de domingo (9), o Sindicato esteve no local para prestar suporte aos funcionários e ouvir suas demandas. A entidade também acionou o Sindicato dos Vigilantes para que os trabalhadores responsáveis pela segurança da unidade fossem ouvidos, ainda que seus dirigentes sindicais não tenham participado da visita presencial.

Além de conversar com os funcionários, o Sindicato ofereceu apoio psicológico e ouviu as preocupações dos bancários. O furto, de R$ 70 mil, deixou os trabalhadores em estado de alerta e preocupados com a segurança no local de trabalho.

O diretor da Contraf-CUT (Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro) Matuzalém Albuquerque, que realizou a visita representando o Sindicato, destacou a importância do apoio sindical em momentos como esse. “Nossa prioridade é garantir que os trabalhadores se sintam seguros e amparados. Esse tipo de situação gera um impacto emocional muito grande, e é nosso papel estar ao lado deles, oferecendo suporte e cobrando do banco medidas efetivas para evitar que crimes como esse se repitam”, afirmou Matuzalém.

O Sindicato dos Bancários de Brasília entrou em contato com o Sindicato dos Vigilantes para que os trabalhadores responsáveis pela segurança da agência também fossem ouvidos. A iniciativa visa garantir que todos os trabalhadores afetados pelo furto recebam a atenção necessária, incluindo os vigilantes, que desempenham um papel crucial na proteção das agências bancárias.

“Os vigilantes são parte essencial da segurança das agências, e é fundamental que eles também sejam ouvidos e tenham suas demandas atendidas. A segurança dos trabalhadores e dos clientes deve ser uma prioridade”, ressaltou o diretor do Sindicato Ronaldo Lustosa.

Segurança tem que ser reforçada

Os funcionários relataram preocupações com a falta de medidas de segurança mais robustas na agência, especialmente após o crime. Eles destacaram que a proximidade do terreno onde os suspeitos moravam facilitou a ação criminosa e pediram que o banco e as autoridades tomem providências para evitar novos incidentes.

O Sindicato seguirá acompanhando o caso e reforça a importância de uma maior fiscalização e investimento em segurança por parte dos bancos.

“Vamos continuar pressionando por mudanças que garantam a segurança dos trabalhadores e dos clientes. Esse é um compromisso nosso com a categoria bancária”, finalizou Matuzalém.

Da Redação