Real está na mira do Sindicato por impor sobrecarga de trabalho

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Superexploração. Este é o termo certo para definir o que vem ocorrendo no Banco Real. Os funcionários estão submetidos a sobrecarga de trabalho, em condições indignas e sem pagamento das horas extras devidas.

O sufoco é tanto que gerentes estão tendo que cumprir jornada de trabalho de 12h – entram às 8h e só saem às 20h. E muitas vezes nem conseguem tirar horário de almoço.

A abertura de contas universitárias também está levando empregados a trabalharem fora do expediente normal. Inclusive os caixas estão sendo coagidos a percorrerem faculdades para fazer esse tipo de serviço. Quando não vão antes de entrar para a agência, vão depois que saem. Às vezes, fazem os dois tur-nos no mesmo dia.

“O Sindicato está atento e não vai permitir que os trabalhadores do Real continuem submetidos a tais absurdos”, afirmou a diretora do Sindicato e funcionária do Real, Rosane Alaby. Entre em contato com a entidade e denuncie (tel. 3262-9090). É a partir da sua denúncia que o Sindicato tomará as medidas cabíveis.