Bancários fecham agências do BRB e exigem mais contratações, retorno das negociações e melhores condições de trabalho

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O Sindicato fechou no último dia 10 de julho duas agências do BRB em protesto contra o acúmulo de atividades realizadas pelos gerentes de Expediente, a redução e a não efetivação de novos caixas bancários, a falta de funcionários, a necessidade de convocação de todos os aprovados no último concurso de escriturários e o retorno das mesas de negociação permanentes.

Como resultado da mobilização, no dia 14 o banco entrou em contato com o Sindicato, convocando uma mesa de negociação para retomar as tratativas de assuntos que estavam paralisados há algum tempo.

Dando continuidade às ações, nesta quarta (16), diretores do Sindicato visitaram quatro agências na região Norte, levando informações sobre o movimento e dialogando com os trabalhadores para explicar as ações e ouvir as dificuldades que a categoria vem enfrentando no dia a dia.

A atividade contou com a presença de uma banda musical, que tocou músicas nordestinas e marchinhas de carnaval, atraindo a atenção da população. Foram distribuídos folhetos explicativos sobre a mobilização, e a comunidade demonstrou apoio, compartilhando também as dificuldades que enfrenta ao buscar atendimento presencial nas agências do banco.

Durante a visita, o diretor do Sindicato Robson Neri ressaltou: “Atividades como esta são fundamentais, porque nos permitem ouvir não apenas os trabalhadores, mas também a população, que é a verdadeira usuária dos serviços do BRB. Precisamos lembrar que este é um banco público, que pertence à população do Distrito Federal e, antes de qualquer interesse financeiro, tem o dever de servir à sociedade e fomentar o desenvolvimento econômico da nossa região.”

O Sindicato reafirma seu compromisso em defender os direitos dos trabalhadores, garantir a convocação dos aprovados no último concurso e assegurar que o BRB continue sendo um banco público voltado para o atendimento da população e o desenvolvimento do Distrito Federal. Novas ações e mobilizações seguirão sendo realizadas sempre que necessário para assegurar condições dignas de trabalho e um serviço de qualidade para a comunidade.