As mentiras do Banco do Brasil

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Está chegando o fim do ano e o mandato da atual diretoria. E apesar do lucro recorde nos três primeiros trimestres do ano, de mais de R$ 5 bilhões, o banco não consegue destravar os pontos pendentes nas negociações permanentes, descumprindo os compromissos que assumiu com os funcionários em relação à Cassi, ao PCC/PCS e à isonomia.

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Está chegando o fim do ano e o mandato da atual diretoria. E apesar do lucro recorde nos três primeiros trimestres do ano, de mais de R$ 5 bilhões, o banco não consegue destravar os pontos pendentes nas negociações permanentes, descumprindo os compromissos que assumiu com os funcionários em relação à Cassi, ao PCC/PCS e à isonomia.

“Tem gente mentindo na direção do Banco do Brasil”, critica Eduardo Araújo, diretor do Sindicato e da Confederação dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf/CUT). Ainda no acordo da campanha salarial do ano passado, a diretoria assinou cláusula se comprometendo a solucionar o desequilíbrio do Plano de Associados da Cassi. As negociações empacaram e o banco não deixa claro qual sua posição acerca de alguns temas.

As negociações sobre o novo Plano de Cargos Comissionados se arrastam desde a campanha salarial de 2003, pouco depois de grande parte da atual diretoria ter tomado posse. E não saem do lugar. “Não vamos mais tolerar essa enrolação”, adverte Rodrigo Lopes Britto, diretor do Sindicato.