Banco do Brasil

4 de Março de 2026 às 16:33

Performa: ações coletivas questionam efeito sobre a PLR do BB

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Com o recente pagamento da PLR do Banco do Brasil, a categoria se depara mais uma vez com os efeitos danosos do Performa, merecidamente batizado de DEFORMA. O Performa reduziu o VR, passando o banco a praticar remunerações menores para novos comissionamentos. Para os antigos, o BB instituiu o VTVF, uma verba transitória para evitar a redução salarial direta, que seria inconstitucional. Entretanto, sendo a PLR calculada sobre o VR rebaixado, os bancários recebem um valor menor a título de participação nos lucros - um golpe, uma esperteza do banco contra o funcionalismo.

Na época da implantação do Performa (2020), o Sindicato ingressou com ação coletiva, combatendo a redução do VR, porque a redução do piso salarial das funções comissionadas desrespeita frontalmente a irredutibilidade salarial assegurada na Constituição. O processo está no TST, com recurso do Sindicato. Mais recentemente, foram ajuizadas ações coletivas pelo Sindicato e pela Federação Centro-Norte (Fetec-CUT/CN), pleiteando o pagamento das diferenças de PLR, processos que se encontram atualmente em segunda instância.

Da Redação

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