O Sindicato tem recebido diversos relatos de trabalhadores e trabalhadoras do BRB que afirmam estar enfrentando intenso sofrimento psicológico em razão da convivência diária com pessoas apontadas como suspeitas de envolvimento no caso Master.
Segundo os depoimentos encaminhados à entidade, o ambiente de trabalho tem sido marcado por momentos de tensão, angústia e apreensão. Muitos bancários relatam que a permanência desses profissionais em suas unidades provoca insegurança, desgaste emocional e um profundo sentimento de revolta.
Para os empregados, a situação é agravada pela percepção de impunidade. Embora o presidente do BRB tenha informado, durante uma transmissão interna, que 25 processos seriam instaurados, os trabalhadores afirmam que, na prática, o sofrimento permanece, pois continuam convivendo diariamente com pessoas sob investigação.
Os relatos recebidos pelo Sindicato revelam, ainda, um forte sentimento de traição por parte dos empregados, que consideram que a crise vivida pelo banco atingiu profundamente a imagem da instituição construída ao longo de décadas pelos seus trabalhadores.
Diante desse cenário, o Sindicato orienta que os empregados que estejam enfrentando sofrimento psicológico procurem imediatamente as diretoras e os diretores da entidade. O Sindicato coloca sua estrutura à disposição para acolher, orientar e acompanhar os trabalhadores que necessitem de apoio.
Ao mesmo tempo, a entidade reforça a cobrança para que a atual gestão do BRB adote medidas efetivas de proteção aos empregados, preservando a saúde mental das equipes e garantindo um ambiente de trabalho seguro, respeitoso e livre de situações que agravem o sofrimento psicológico dos bancários.
O maior patrimônio do BRB são seus trabalhadores. É dever da administração adotar todas as medidas necessárias para proteger quem, diariamente, constrói a história e a credibilidade do banco perante a sociedade.
Da Redação
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