A organização dos trabalhadores e trabalhadoras do Brasil continuou sendo um dos principais pontos de discussão da 13ª Plenária Estadual da CUT-DF, neste sábado (20). Com a apresentação do texto nacional da CUT, avaliou-se que o Brasil ainda não está no centro da crise que abala a Europa. Entretanto, foi destacado que algumas estratégias precisam ser, de fato, executadas para que o país continue se defendendo desse “tsunami econômico”, como definiu o diretor executivo da Central, Antônio Lisboa.
Segundo Lisboa, apresentador do texto nacional da CUT, a Central tem como estratégias para a construção de um país soberano e democrático a garantia do trabalho decente; a luta pela igualdade de oportunidades entre homens e mulheres; o combate à terceirização; a luta pela aprovação do Plano Nacional de Educação (PNE); a reforma política; o fortalecimento da comunicação para a disputa da hegemonia; a aproximação com a juventude; a reforma tributária; e a luta pela terra.
Para garantir a conquista desses pontos, na avaliação de Antônio Lisboa, é necessário que a CUT fortaleça as alianças com os movimentos sociais. “A partir dessa aproximação, vamos fazer com que nossas estratégias cheguem às diversas manifestações do nosso país”, disse. “Que saiamos desta Plenária sabendo as tarefas da CUT e que consigamos implantá-las nas nossas bases”, concluiu.
Após a apresentação do texto base da direção nacional da CUT, algumas das tendências políticas presentes na Central (Articulação de Esquerda – AE, CUT Socialista e Democrática – CSD e CUT independente e de luta) apresentaram suas contribuições ao documento.
Fonte: CUT-DF
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