A mobilização dos empregados da Caixa começou antes das 6h da quinta-feira (20), com a organização de pontos de esclarecimento nas entradas das Matrizes I e II, nas garagens e em outras unidades do banco no Distrito Federal. A adesão cresceu ao longo da manhã e demonstrou a disposição da categoria para cobrar avanços nas negociações.
Dirigentes sindicais acompanharam a movimentação desde o início, conversaram com os empregados e prestaram apoio nos locais de trabalho. Mesmo com as dificuldades registradas em alguns acessos, a atividade seguiu organizada e manteve seu caráter pacífico, com participação expressiva nas áreas administrativas e de tecnologia.
O Saúde Caixa ocupou lugar central na mobilização. Na véspera, a direção do banco encerrou mais uma rodada de negociação sem apresentar uma nova proposta para o plano, apesar da expectativa criada entre os empregados. A categoria cobra uma solução que garanta sua sustentabilidade, preserve a qualidade do atendimento e amplie a participação financeira da Caixa, sem transferir os sucessivos aumentos dos custos para trabalhadores, aposentados e pensionistas.
A defesa do plano de saúde se somou às reivindicações por aumento real, melhores condições de trabalho, combate ao adoecimento e à precarização, ampliação do quadro de pessoal e preservação dos direitos.
A mobilização nas matrizes e demais unidades mostrou que os empregados estão atentos ao que acontece na mesa de negociação. Ao manter presença nos acessos, esclarecer dúvidas e fortalecer a adesão, os dirigentes contribuíram para transformar a preocupação com o futuro do Saúde Caixa em uma resposta coletiva. O recado à direção do banco foi claro: a categoria espera uma proposta que reconheça a importância do plano e a responsabilidade da Caixa por sua manutenção.
Da Redação
Copyright © 2025 Bancários-DF. Todos os direitos reservados