No início do encontro, Daniella Muradas, professora associada da Faculdade de Direito e Ciências do Estado da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e pós-doutora em Sociologia do Trabalho, pelo IFCH da UNICAMP (2014), fez uma apresentação dos principais pontos da Reforma Trabalhista apontando para um verdadeiro desmonte nos direitos sociais. A professora relatou experiências vividas em países europeus que também fizeram varias alterações nos direitos trabalhistas.
Depois de uma ampla análise dos impactados das alterações da reforma, os presentes fizeram reflexões e apontamentos para que os trabalhadores, através de suas entidades, reajam no sentido de resistir e questionar os pontos que fragilizam e retiram direitos dos trabalhadores.
"Com a aprovação da reforma trabalhista, os sindicatos terão de buscar novas formas de atuação processual para resguardar os direitos dos trabalhadores. Assim, o Coletivo Jurídico da Contraf-CUT tem a responsabilidade de debater e encaminhar as estratégias de atuação das batalhas judiciais que estão por vir", analisa a secretária de Assuntos Jurídicos do Sindicato, Marianna Coelho.
“O momento não é apenas de ficar lamentando, mas sim de buscar alternativas concretas para enfrentar essa situação adversa. Isso requer unidade, organização e debate técnico e político sobre a reforma imposta pelo governo golpista”, declarou Mauri Sérgio Martins de Souza, secretário de Assuntos Jurídicos da Contraf-CUT.
Entre as ações definidas está a realização, no mês de setembro, de um seminário nacional para construir um plano de ações que vise assegurar direitos históricos dos trabalhadores.







