Santander

29 de Janeiro de 2026 às 14:34

COE do Santander cobra mais transparência em mesa sobre diversidade e segurança bancária

Compartilhe

O banco apresentou suas iniciativas voltadas à diversidade, com foco em ações de letramento, formação e comunicação. Os dirigentes sindicais, no entanto, cobraram maior acesso dos trabalhadores às ferramentas e materiais disponibilizados pela empresa, de forma a ampliar o conhecimento, estimular o debate e possibilitar melhorias nos programas existentes.

Os representantes dos trabalhadores reivindicaram ainda a apresentação de dados detalhados relacionados à questão racial. A COE cobrou mais transparência, especialmente quanto à quantidade de empregados negros e à distribuição desses trabalhadores nos diferentes cargos e áreas da empresa.

A coordenadora da COE do Santander, Wanessa Queiroz, lembrou que a mesa de Igualdade de Oportunidades existe há mais de duas décadas e segue sendo um espaço fundamental de negociação. “Ao longo desses mais de 20 anos, sempre buscamos debater a ampliação das contratações e a melhoria das condições de trabalho para homens e mulheres. Apesar dos programas de diversidade, ainda há uma disparidade significativa na igualdade salarial: mulheres negras ganham menos que mulheres brancas, mulheres brancas ganham menos que homens e homens negros recebem menos que homens brancos. Essa é uma realidade que seguimos denunciando nas campanhas”, afirmou Wanessa.

Como encaminhamento, ficou o compromisso do banco de retomar a mesa de diversidade após o fechamento e a ampla divulgação do Censo Diversidade 2025.

Segurança bancária

Na segunda pauta da reunião, foi tratado o tema da segurança bancária. O Santander apresentou dados referentes a 2025 e informou que não houve registros de sequestros no período. Segundo o banco, os casos de roubo registrados ocorreram, em sua maioria, na modalidade qualificada, geralmente durante a madrugada.

Ainda de acordo com as informações apresentadas, 100% dos funcionários passaram por capacitação na área de segurança, e houve uma redução de 99% nas perdas relacionadas a ocorrências.

“A segurança bancária não se limita à proteção de prédios, numerário e equipamentos. Ela envolve, sobretudo, a preservação de vidas, a segurança dos dados e a proteção de clientes e funcionários. A vida é o maior bem e o banco precisa assumir essa responsabilidade com zelo e compromisso permanente. Ainda que os crimes e assaltos ocorram durante a madrugada, essas situações geram insegurança e evidenciam fragilidades nos sistemas de proteção. Por isso, é fundamental prezar pela segurança das pessoas, clientes e trabalhadores, assim como pela integridade das informações e dos dados”, afirmou Eliza Espindola.

Da redação com Contraf-CUT

Acessar o site da CONTRAF
Acessar o site da FETECCN
Acessar o site da CUT

Política de Privacidade

Copyright © 2025 Bancários-DF. Todos os direitos reservados

BancáriosDF

Respondemos no horário comercial.

Olá! 👋 Como os BancáriosDF pode ajudar hoje?
Iniciar conversa