

Graças a uma força tarefa do movimento sindical e da oposição no Congresso, um acordo firmado entre senadores adiou a votação do texto da reforma trabalhista (PLC 38/2017) na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado para a próxima terça-feira (6). Prevista para ser votada nesta terça-feira (30), a sessão se dedicou apenas à discussão da proposta do colegiado.
O acordo foi costurado entre o senador Paulo Paim (PT-RS) e senadores governistas. Embora o Senado queira dar celeridade a tramitação da proposta, a ação dos senadores da oposição, entre eles Paim, é barrar o processo, já que a reforma prejudica os trabalhadores.
Enquanto isso, o movimento sindical continua pressionando e organiza uma nova greve geral de 48 horas para impedir os estragos provocados pela nefasta reforma trabalhista, caso seja aprovada.
Votação no plenário
Antes de ir à votação no plenário do Senado – o que a base aliada do governo espera que aconteça até o dia 15 de julho – a proposta que trata da reforma trabalhista ainda precisa passar pelas comissões de assuntos Sociais, onde Ricardo Ferraço também é relator, e pela Comissão de Constituição e Justiça, cujo relator é Romero Jucá (PMDB-RR).
Da Redação
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