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22 de Agosto de 2011 às 12:10

13ª Plenária da CUT-DF: O desafio da unificação

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Atualmente o Brasil soma 17 mil sindicatos. Entretanto, grande parcela deste montante vive à sombra do imposto sindical. Para a CUT, a simples intitulação de “sindicato” não repercute em resultados positivos. É necessário ter representatividade para fazer a luta de qualquer que seja a categoria de trabalhadores. E é neste eixo que trabalha a CUT: no desafio da unificação dos sindicatos que representam a mesma categoria, para multiplicar as conquistas dos trabalhadores.

 

Como alternativa ao imposto sindical, a CUT defende a taxa negocial, que seria o valor da contribuição dos filiados definido em assembleia na data base. “Tem sindicato que vive de imposto sindical e, por isso, não tem interesse em aumentar o número de sócios. Daí, pega-se o recurso de 400 mil e usa-se para mil”, disse o secretário de Organização da CUT Nacional, Jacy Afonso d Melo, durante o painel “Projeto Político e Organizativo”, da 13ª Plenária Estadual da CUT-DF.

 

Na explanação, Jacy Afonso apresentou a organização das confederações filiadas à CUT. Atualmente, a Central tem na base 15 confederações que representam 13 ramos, como o financeiro, o metalúrgico e o da educação.

 

Em nome da unificação, Jacy Afonso defende a formulação de uma estratégia global de negociação, sem desconsiderar as especificidades das categorias. Neste sentido, a CUT teria participação ativa, não só apenas como apoiadora de greve, por exemplo, mas atuante em todos os momentos de luta dos trabalhadores. “Cabe a nós fazer essa organização”, afirma.

 

Homenagem aos bancários

Neste ano, o Sindicato dos Bancários de Brasília completa 50 anos de lutas e conquistas. Para homenagear a entidade sindical, a CUT-DF preparou um vídeo comemorativo com imagens de todos os presidentes do Sindicato e de momentos marcantes.

 

O primeiro presidente do Sindicato dos Bancários de Brasília foi Adelino Cassis, em 1961, também um dos idealizadores da CUT. Nestes 50 anos, o Sindicato enfrentou forças reacionárias, passou por intervenção e resistiu às políticas neoliberais de Collor e FHC.

 

Na homenagem, ainda foi entregue ao atual presidente do Sindicato dos Bancários de Brasília, Rodrigo Britto, uma placa parabenizando a atuação da entidade como ferramenta de luta não só dos bancários, mas de toda a sociedade. “Temos orgulho de sermos filiados à Central Única dos Trabalhadores”, disse Rodrigo Britto.

 

 

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Fonte: CUT-DF

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